conforme Teixeira Coelho(1999):
• Cultura erudita é produto da leitura, do estudo e da pesquisa. É a cultura aprendida nos ambientes formais de educação. Para que se produza cultura erudita é necessário que se tenha vasto conhecimento sobre um determinado assunto.
• Cultura de massa: é a cultura produzida e /ou transmitida pelos meios de comunicação a um grande número de pessoas, através de intermédios impressos ou eletrônicos, como jornais, revistas, televisão e internet.
• Cultura popular pode ser compreendida como a soma dos valores tradicionais de um povo, expressos em forma artística, como danças, ou em crendices e costumes gerais. A cultura popular é coletiva, marcada pelo anonimato.
29/10/2019
21/10/2019
Ano letivo 2019-2020
Convite: ser perseverante no caminho
Diante das dificuldades podemos fazer duas coisas: desistir ou continuar a perseguir o nosso objetivo. Quem continua tem perseverança. A perseverança é uma combinação de firmeza, paciência e esperança. A pessoa que persevera mantém-se firme no seu propósito, tem paciência para esperar o tempo que for preciso para alcançar o objetivo e tem esperança que vai chegar lá, mesmo diante de obstáculos.
12/12/2018
10/12/2018
12/11/2018
20/06/2018
Vamos mudar o
mundo ou criar outro?
Era uma vez um pé que vivia numa
aldeia, onde as pessoas viviam desesperadas, com fome e sem dinheiro. Então
partiu à aventura à procura de um lugar melhor em que pudesse viver, onde as
pessoas vivessem felizes e em paz.
O mesmo aconteceu com uma mão, mas
esta vivia num lugar onde as pessoas eram racistas, egoístas e sobretudo
invejosas o que as levava a entrar em conflitos e guerras. Por isto também
pretendia encontrar um lugar onde as pessoas vivessem em harmonia e em paz.
Então também partiu à aventura.
Ambos viajaram durante muitas horas,
muitos dias, muitas semanas e até meses. O lugar que procuravam parecia não
existir, pois em todo lado as pessoas viviam a implicar umas com as outras…
Até que num dia de primavera, quando o
sol estava alto e brilhante, o céu limpo e as nuvens brancas como a neve, ambos
foram a uma fonte beber água e por coincidência encontraram-se. Começaram a
falar e o pé perguntou:
-De onde és?
-Sou de uma aldeia, onde as pessoas
vivem em total desordem e conflito. Por isso viajei à procura de um lugar
melhor, respondeu a mão.
-Que coincidência!! Eu também fiz a
mesma a coisa! exclamou o pé
-Então acho que estamos os dois de
acordo! O problema é que viajei por todo lado e não encontrei nenhum lugar onde
houvesse paz!, disse a mão.
-E eu também não encontrei nada.
-afirmou o pé.
E ficaram os dois a pensar o que
deveriam fazer. Até que um virou-se para a fonte e pediu um desejo. O outro foi
atrás e fez o mesmo.
Como que por milagre, uma voz
chamou-os e disse:
-O lugar que vocês procuram esteve
sempre debaixo dos vossos narizes, agora o que é preciso é mudá-lo. É preciso
transformar o ódio em amor, a guerra em harmonia, e o egoísmo em compaixão. Não
vai ser uma tarefa fácil, mas é por isso que aqui estou, para vos guiar.
E assim foi, a
partir do ódio, o pé e a mão transformaram-no em algo melhor, em paz e harmonia!
Gustavo R 6ºC
19/06/2018

Riqueza dos afetos
Testemunho de uma adolescente
Detesto esta fase do “não sei”, do “talvez”, do “pode ser que
sim” do “por mim é igual”, do “tu é que sabes”. Às vezes nem eu sei o que
quero, logo no momento é, mas passado algum tempo já tenho dúvidas… sinto-me
bastante confusa nestas alturas!
A adolescência tem tanto de Bom
como de Mau!!!
O Bom é quando nos apaixonamos
por exemplo, ou quando alguém nos trata de uma certa forma e nos faz sentir
especial… Mas, logo acontece a desilusão. Nesta fase os rapazes não pensam em
namoros sérios, só pensam em andar com esta e com aquela… e não se importam ou
fingem não se importar com o que sentem. Têm medo de mostrar o que são.
Nós, as raparigas, por outro
lado, somos ingénuas e acreditamos nas suas conversinhas e caímos no erro vezes
e vezes sem conta, mas nem todas assumimos que as parvoíces dos rapazes nos
fragilizam. Eles não pensam que nos magoam quando só querem uma curte e nós
queríamos algo mais, queremos sempre algo mais. Eu acho que os rapazes nestas
alturas deviam ser uns queridos, mas em vez disso escondem os sentimentos… Dói
muito um amor não correspondido, dói mais saber que fomos usados, que fomos só
mais uma na lista dele. Força raparigas. Precisamos de força e de um escudo para
nos protegermos destes ‘monstros’ destruidores de corações.
Daniela 7ºB
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